Investimentos Seguros (com baixo risco) – Parte 1

No último texto falamos sobre o cuidado que temos que ter em relação à nossa aposentadoria. Onde eu não indico depender somente do dinheiro do INSS.

Com isso, venho neste texto detalhar um pouco algumas formas de investimento simples e seguro:

POUPANÇA

Certamente todos vocês cresceram sabendo o que é uma Poupança. Durante muito tempo escutamos que a melhor forma de cuidar do nosso dinheiro e guardar na Poupança. Abaixo, iremos entender um pouco mais desta modalidade de investimento.

Também chamadas de Cadernetas de Poupança, são historicamente destinados a pequenos depositantes e investidores financeiros. A Caderneta de Poupança é um dos investimentos mais tradicionais, se não o maior, em função da segurança que ele garante. Atualmente temos 76% dos Brasileiros investindo na Poupança.

Porém este investimento não oferece uma remuneração atraente.

Outro ponto interessante é que a rentabilidade da Poupança é definida pelo Banco Central, assim todos os bancos praticam, obrigatoriamente, a mesma taxa de rentabilidade.

Bom, desde 1861 até 2012 a Poupança tinha um rendimento assegurado de 6% ao ano. A partir de 2013 a Taxa Selic (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia) passou a exercer influência na rentabilidade da Caderneta.

O rendimento da Poupança é baixo, com uma taxa de 0,5% ao mês mais a Taxa TR (Taxa de Referencial, que surgiu na década de 90 para controlar a inflação durante o Plano Color II, hoje esta taxa está em 1,06%) calculada pelo Banco Central. Desde 2010 a rentabilidade da Poupança não de 2% de retorno real.

O que significa este Retorno Real?

Retorno Real é a rentabilidade da Poupança descontado da inflação, assim você pode avaliar de seu dinheiro ganhou valor ou perdeu valor (vide quadros abaixo)

Algumas Vantagens:

  • A Poupança está vinculada a conta corrente, então para fazer o investimento não é necessário novo cadastro;
  • A Poupança é livre do Imposto de Renda, atenção: é necessário relatar este valor na declaração do Imposto de Renda na parte de Rendimentos isentos.
  • Não há quantia mínima para investir;

Algumas Desvantagens:

  • Apesar de poder realizar o resgaste diário, a poupança rende somente a cada 30 dias a partir do dia em que investiu;
    • Se o dia depositado na Poupança for entre 29, 30 e 31, a remuneração do valor investido será sempre no 1º dia do próximo mês.
  • Os juros são contabilizados sempre com o menor valor na Poupança. Se iniciou o mês com R$1.000,00 e no dia 27 deste mês você retirou R$500,00, os juros serão em cima do dinheiro que ficou na conta, ou seja, em cima dos R$500,00.
  • Baixa rentabilidade

Ex. Se você aplicou R$100,00 na poupança no dia 02/10/2017 e não movimentou este dinheiro até o dia 02/10/2017, teve um ganho de 0,47%, ou seja, seu saldo será de R$100,47. Com estes R$100,00 investidos em 1 ano o ganho seria de R$7,44. Você ficaria com R$107,44.

Vejam abaixo o ganho que a Poupança ofereceu aos seus investidores nos últimos 5 anos:

 

Ano Retorno Absoluto (%) Retorno Real (%)
2012 6,47 0,60
2013 6,37 0,43
2014 7,16 0,71
2015 8,07 (2,34)
2016 8,30 1,89

 

Em função de uma inflação e taxa de Selic alta, quem tinha dinheiro na Poupança, em vez de ganhar, perdeu 2,34% do valor investido.

 

Veja no quadro abaixo os rendimentos reais da Poupança neste ano:

Rendimentos Poupança 2017

Mês Retorno Absoluto (%) Retorno Real (%)
Janeiro 0,67 0,29
Fevereiro 0,53 0,20
Março 0,65 0,40
Abril 0,50 0,36
Maio 0,58 0,27
Junho 0,55 0,78
Julho 0,56 0,32
Agosto 0,55 0,36
Setembro 0,50 0,34
Acumulado 5,21 3,37

 

No meu ponto de visto, a Poupança não é a melhor forma de investir o seu dinheiro. Ainda mais que o nosso objetivo é ter uma aposentadoria tranquila financeiramente.

No próximo texto irei explorar melhores formas de investimentos seguros e com uma maior rentabilidade.

Um forte abraço,

MOMMYS OFF – COMPRA COLETIVA

O Mommys Off é o clube de compras coletivas das Mommys.

Para ficar por dentro das campanhas acompanhe aqui no Blog e fique atenta ao prazo de duração de cada uma.

E a nossa primeira campanha está maravilhosa!!! Para conseguirmos esse desconto precisamos atingir o mínimo de 30 compradores.

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REGULAMENTO:

  • A compra coletiva terá tempo determinado
  • Em alguns casos será exigido número mínimo para o desconto se concretizar
  • Se o número mínimo não for atingido o valor será reembolsado pelo mesmo método do pagamento
  • A retirada/entrega será sempre por conta do comprador, os detalhes serão expostos em cada campanha
  • A entrega e disponibilidade dos produtos/serviços é de total responsabilidade do fornecedor

Ampliando o meu networking – em NY

Pra começar esse post preciso começar do começo! rs

Conheci a Júlia no início do ano quando participamos de um mesmo programa de coach, e a vi idealizar o projeto do seu negócio, a Global Touch! (welcome@globaltouch.com.br)

Quando entendi melhor o que era o negócio dela comecei a achar muito legal mesmo. A Global Touch é uma empresa que promove experiências de networking. O mais legal que eu acho é mesmo se você está indo viajar de férias, você pode aproveitar aquela viagem pra agregar algo ao seu negócio, à sua área profissional.

Foi o que aconteceu comigo, meio que sem querer. A Júlia resolveu comemorar o sucesso da Global Touch (pq né? claro que já é sucesso) com um sorteio entre as colegas do programa de coach, e não é que eu ganhei?!

Eu já estava com uma viagem de férias marcada para Nova York que aconteceria em pouco tempo, seria uma viagem curta, com marido e amigos e o nosso roteiro já estava pronto. Mas a Júlia foi inscansável, fez a minha apresentação em tempo recorde e me deu muitas opções legais. Quase que fiquei com vontade de fazer todos os encontros que ela me propôs e deixar a viagem de lado… rs. Na verdade, queria ter ganhado esse sorteio antes de programar a viagem, pois com certeza eu reservaria mais tempo para esses contatos.

Enfim, consegui fazer apenas uma reunião, mas foi muito bacana. Conheci a Bel e a Anna, duas brasileiras que mudaram para NY em razão do trabalho dos maridos e decidiram empreender lá.

Elas começaram recentemente o Kids Love NYC (IG: @kidslove.nyc — segue lá), um negócio para dar apoio às mães, que como elas, saem do seu país e vão viver em NY.

O IG, e em breve o blog, reune muitas dicas acerca da vida em Nova York. E acaba que essas dicas também são ótimas pra quem está indo viajar com os filhos.

Conversamos muito e foi um papo super agradável.  Contei pra elas dos meus projetos com o Mommys e quis saber delas como tudo começou e como é empreender em um país diferente do nosso.

A Bel mora em NY há quase 3 anos e tem dois filhos, o mais novo nasceu em NY.  A Anna está lá há pouco mais de 6 meses e também tem dois filhos. Elas se conheceram por causa dos maridos, tiveram uma afinidade imediata, e resolveram virar sócias.

Elas me contaram que desde que se mudaram pensavam em uma atividade profissional, pois sempre trabalharam aqui no Brasil e a ideia de não fazer nada nos EUA era um pouco assustatdora.

É claro que a rotina delas é bem diferente da que tinham no Brasil, e como elas mesmo pontuaram as preocupações não deixam de existir, mas são outras.

Mas acho que a vida de mãe empreendedora é parecida em qualquer lugar do mundo.

As meninas conseguem trabalhar quando os filhos estão na escola, elas não tem um escritório físico, então trabalham de casa e com certa frequência também se reúnem em cafés e espaços que são totalmente amigos de quem precisa ou quer trabalhar em um ambiente diferente. É muito comum esses locais disponibilizarem o wi fi e não se incomodarem se você está ali concentrado no seu notebook (nesse quesito o Brasil ainda precisa melhorar!).  Aliás wi fi é algo que elas não precisam se preocupar, ainda mais elas que tem um negócio na internet.

Um dos desafios que elas enfrentam é a falta de rede de apoio, familiares por perto e funcionárias para ajudar nas tarefas domésticas, essa deficiência exige delas uma organização melhor do tempo.

Foi uma experiência diferente e muito legal pra mim. Com certeza irei repetir nas próximas viagens!

 

 

Quer transformar a sua casa em um lar? Então comece cuidando de você!

Oi! Meu nome é Brenda Rios e eu sou apaixonada por morar e receber bem.

Acredito que a casa da gente deve ser sempre um lugar de refúgio, descanso, conforto e lazer. E para conseguirmos tudo isso, só precisamos de um pouquinho mais de atenção, carinho e capricho. Com a casa? Não, com a gente!

Meu primeiro post para vocês mommys é bem curto, mas muito importante.

A correria do dia a dia acaba nos tirando o foco e deixando detalhes importantes de lado. Detalhes tipo cuidar de você rsrsrs.

A transformação da casa em um ambiente mais aconchegante começa com você. Não só em fazer para o outro, mas fazer para você mesmo, porque assim se cria o hábito e se valoriza os detalhes.

Estar só muitas vezes é motivo para comer em pé na beirada da pia e,  com certeza, você não saboreia o alimento e nem aproveita o momento.

Comece a transformação da sua casa transformando você. Se mime, se trate bem. Valorize os pequenos prazeres da vida. Esqueça a bancada da pia e faça um lanche gosto e tranquilamente com uma mesa bem montada.

Deixar a mesa posta para você não é luxo, é cuidado. Olha que charme as mesas posta que fiz pra mim no final do dia.

Se o tempo na manhã for curto, deixe a mesa arrumada na noite anterior.

Tem que levar o filho na escola e não vai conseguir almoçar e terá que comer um sanduíche no trânsito? Escolha um sanduíche que você adora. Faça com antecedência e com carinho. Coloque em uma marmitinha charmosa e com um guardanapo bonito, e  um bilhete para você dizendo algo assim: “Você é top, consegue fazer tudo sem reclamar e ainda com amor!” Com o hábito, você estará colocando bilhetinhos nas lancheiras dos filhos.

Veja a marmita de sanduíche que a Rita Lobo colocou no Panelinha.

Marmita de Sanduiche do Panelinha

Quando cuidamos da gente, estamos cuidando de toda nossa família.

Vou ficando por aqui hoje. Mande suas dúvidas ou inspirações para compartilharmos com as outras Mommys.

Se quiser mais dicas até o proximo post, acesse nossas redes sociais:

Instagram: @trulyhome_bh

Canal Youtube: https://youtu.be/Pu-gcWlT6wg

Beijos!!!!

 

 

5 dicas para você dar show nas suas apresentações

Mãos suadas, respiração ofegante, boca seca, voz trêmula…

Você se sente assim quando é convidado (ou convocado) a fazer uma apresentação? Você não está sozinho. Pesquisa abaixo mostra que 41% dos entrevistados tem mais medo de falar em público do que de problemas financeiros ou de morrer.

E se você é empreendedora e enfrenta essa dificuldade, é hora de vencer esse desafio para conseguir divulgar seu negócio. Afinal, você precisa engajar investidores, funcionários, clientes.

Nós temos a tendência de analisar e julgar os outros inconscientemente pela forma como a pessoa se comunica. “Aquele é arrogante, este é bonzinho, aquele é tímido, inseguro…”e fazemos isso de modo intuitivo.  São alguns detalhes no modo como cada um se comunica que nos levam a essas conclusões. Vou compartilhar com você 5 dicas preciosas para você dar show nas suas apresentações e se tornar sua melhor versão como comunicadora.

1. Veja cada apresentação como uma oportunidade

Para ser capaz de manter a calma e conseguir obter sucesso na sua apresentação, tenha claro o seu objetivo. O que você quer que a sua audiência pense, sinta ou faça quando você terminar sua apresentação? Mentalize os ganhos de estar ali perante o seu público e demonstre respeito se preparando para esse momento. Pense no privilégio ter a atenção deles e retribua compartilhando mensagens de fato relevantes para as pessoas.

Ao invés de pensar no desafio e se deixar dominar pelo medo de ser julgado, criticado ou questionado, fixe sua mente na oportunidade e em como o que você tem para compartilhar de fato pode beneficiar público.

2. Pense pela perspectiva da audiência

Quanto mais você souber a respeito do seu público, mais conseguirá adequar o discurso em prol do seu objetivo. As perguntas abaixo podem te ajudar conhecer melhor a audiência:

– Qual o conhecimento prévio das pessoas a respeito do que você irá falar? (Se sabem muito, você pode ser mais sucinta em alguns tópicos, mas se são leigos, será necessário contextualizar)

– Há algum tipo de resistência que você consegue já prever que pode surgir? (Se sim, prepare argumentos e os deixe “na manga” evitando ser pega de surpresa). Essa é uma das dicas para saber como lidar com perguntas difíceis.

– Qual o interesse do seu público a respeito do que você irá falar? De que modo o seu produto/serviço pode melhorar a vida delas?

Saber essas respostas ajuda você a definir o que é essencial ter como informação na apresentação e o que em alguns casos não deve entrar para não te sabotar ou tornar o discurso cansativo

3. Crie uma lógica

Esboce no papel um mapa mental que será o guia do seu raciocínio ao longo da apresentação. Ele ajudará você a conseguir ser mais clara, objetiva e administrar melhor o seu tempo. Nem toda apresentação precisa de slides, mas toda boa apresentação exige um roteiro bem estruturado, com começo, meio e fim.

Sabe aquele jantar inesperado na casa do vizinho no fim de semana? Talvez lá tenha um potencial cliente e surja uma oportunidade para você vender seu produto/serviço. E quando te perguntarem, o que você faz? Será que conseguirá despertar o interesse e vender o seu peixe?

Até para esse momento é importante ter um discurso bem estruturado na manga, o famoso elevator pitch (técnica para em poucos minutos “vender ideias”), mas esse é assunto para outro post.

4. Atente-se ao seu corpo

Imagine falar de um assunto triste com um sorriso no rosto (algumas pessoas quando ficam nervosas tem crise de riso). Soa irônico ou até mesmo desrespeitoso. É essencial coerência entre o que você fala e o que seu corpo demonstra. Manter a postura ereta, os ombros abertos, um gestual que acompanhe o discurso e uma expressão facial convidativa fazem toda a diferença.

A melhor maneira de melhorar a comunicação não-verbal é tornar consciente o que antes era inconsciente. Como assim? Faça um exercício: filme você falando em público e depois assista analisando de modo crítico. Observe como se movimenta enquanto fala. Os seus gestos complementam o seu discurso ou dispersam a audiência por serem repetitivos? Sua expressão facial acompanha a mensagem que você quer transmitir? Ou você se mantem sério independente da situação? Ao identificar os pontos de incoerência você os torna conscientes, porque até então, você fazia sem perceber, mas agora sabendo o que pode melhorar, tem a chance de começar a desenvolver a nova competência.

5. Dê vida as palavras

“A voz humana é o instrumento mais poderoso do mundo! Pode começar uma guerra ou dizer eu te amo”, Julian Treasure

Mas falar sempre no mesmo tom, pode tornar o discurso monótono (monotom…) para sua audiência. Explore as palavras, dê ênfase ao fazer pequenas pausas ou lentificar ao falar as palavras importantes. Lembre-se: verbos já tem peso nas frases, por isso, escolha evidenciar, substantivos e números. O segredo é treinar e buscar aprimorar uma coisa por vez para se tornar uma comunicadora ao máximo, ou seja, a melhor versão de si mesma.

“Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Por isso, a excelência não é um ato, mas sim um hábito” Aristóteles

Os Pbásicos

Olá meninas, tudo bem?

Voltando com tudo depois de uma temporada sumida!!

Mas hoje vamos falar dos cinco pinceis básicos que vc tem que ter na necessaire para fazer todas aquelas makes incríveis. Vamos lá!

1   Pincel de Base

O pincel de base é super importante para deixar aquele acabamento perfeito, uma pele uniforme. Com o pincel vc consegue passar pouca quantidade de produto e cobrir todas as imperfeições.

Existem vários tipos de pinceis de base mas se for para escolher apenas um, sempre escolha o mais básico!

Assim vc consegue passar todos os acabamentos sem dificuldade!

2  Pincel de Pó 

O pincel de pó quanto mais cerdas ele tiver melhor vai ser o acabamento. Lembre-se que o pó é para selar a maquiagem e não para cobrir imperfeições!

O pincel consegue selar de uma forma suave sem pesar e nem craquelar a pele.

 

3 Pincel de Blush

Ao contrário do que muitos pensam, o pincel do blush não pode ser cheio como o do pó. Ele é mais ou menos a metade das cerdas se compararmos os dois!

4 Pincel de Depositar a Sombra

Esse faz o que realmente diz o nome, deposita deixando a pigmentação forte e intensa. Dando aquele toque profissional na sua make!

 

Resultado de imagem para pincel de depositar a sombra mac

5 Pincel de Esfumar

Finalmente o último e o mais importante dos pinceis, o pincel que faz toda a “magia”.

Esfuma a sombra e tira a marcação. Deixa um efeito sofisticado e glamuroso!

DICA IMPORTANTE: Lave os seus pinceis pelo menos de 15 em 15 dias com shampoo e passe uma gota de condicionador para deixá-los macios e cheirosos!!

Isso vai evitar problemas na pele e dar vida longa aos seus queridos!!

Vou ficando por aqui!! Bjitos

Thanatos, o Filho da Noite

Hoje é Dia de Finados. Dia dos Mortos. E eu tenho uma pergunta: você já falou sobre morte com os seus filhos?

Deixa eu quero dividir uma experiência diferente com vocês. Nas últimas férias de julho, fomos passar uma semana em São João del Rei, cidade histórica de MG que faz parte da Estrada Real e fica a 200 km de Belo Horizonte. Eu tenho uma filha de 8 anos e um filho de 5.

Fizemos todos os passeios tradicionais: Maria Fumaça, Centro Histórico, Tiradentes e Bichinho, comidas típicas e, por último, meus filhos me pediram para visitar um… cemitério. Isso mesmo, minha gente, um C-E-M-I-T-É-R-I-O. Eu jamais imaginaria que, em um belo dia da minha vida de mãe, eu levaria meus filhos para fazer um passeio em um lugar desse. Valeu Maurício de Souza! Valeu Turma do Penadinho!

Confesso que não me senti nem um pouco confortável, a princípio. Na Grécia Antiga, o nome de Thanatos, a Morte, era raramente pronunciado. Acreditava-se que era uma ideia desagradável e acordaria esse espírito, trazendo a destruição aos humanos. Como podemos ver, o tabu que envolve a morte é antigo… Fiquei pensando: e se a gente tratasse a morte com mais naturalidade? Afinal, ela é certa e evitar o assunto não faz com que ele não exista. E se a gente tratasse a morte com leveza? Afinal, a morte faz parte da vida. E se a gente falasse desde cedo sobre a morte, teríamos menos tabu com o assunto? Afinal, a qualquer momento ela pode chegar para qualquer um.

Organizei meus pensamentos e fui. Entrei no cemitério cheia de incertezas e com uma única certeza: empoderar meus filhos e dar a eles ferramentas que pudessem levar para a vida toda. Pisamos no cemitério e começou a chuva de perguntas:

– O que é esse asterisco e essa cruz?

– Ano de nascimento e morte.

– Ata. Nossa, esse aqui morreu bem velhinho, hein? E essa aqui também! OLHA MÃE! ESSE AQUI MORREU NO NATAL! ISSO PODE?

– Pode. A gente não escolhe o dia que vai morrer…

– Mãe, piorou: ESSE AQUI MORREU NO DIA DO PRÓPRIO ANIVERSÁRIO! PODE???

– Parece estranho filha, mas pode. A gente não escolhe o dia que vai morrer…

– Mãe, ô mãe… bebê também morre?

– Filho, morre sim. Infelizmente. É por isso que temos tanto cuidado com os bebezinhos! Eles são frágeis…

– Olha esse nome aqui mãe: parece de outro país!!! Você pode morrer fora do país que você nasceu?

– Pode… a gente não escolhe nem o dia e nem o lugar que vai morrer…

De repente, me dei conta da amplitude daquele passeio, das dúvidas que passam na cabecinha das crianças, nos assuntos que não tive a chance de perguntar para meus pais quando eu era pequena e em como eu tive que construir alguns conhecimentos de mundo sozinha.

Quando nós chegamos a uma parte onde as lápides eram quadradinhos na parede o bicho pegou:

– Mãe, mas COMO cabe alguém aí?

– Bem… aí fica a caixa de ossos.

– Tipo, a gente se desmonta como um quebra-cabeça?

– Hum, hum. E é isso meus filhos.

Naquele momento, nada mais precisou ser dito. De repente minha filha segurou minha mão, meu filho me abraçou… e nós ficamos ali, apreciando a beleza da morte. A morte nos faz lembrar que ainda há muita vida a ser vivida. Até o fim. E a beleza da vida está aí, justamente na caminhada, no dia-a-dia, no beijo de bom dia, no cafuné para dormir, no almoço de domingo, no olhar que encontra apoio, no abraço que tem conforto… enfim, a beleza da vida não está naquilo que a gente junta e sim no amor que a gente espalha.

Depois dessa experiência, falamos sobre o Filho da Noite, Thanatos, com mais naturalidade, leveza e respeito aqui em casa.

 

A comunicação no meu negócio

As pessoas podem estar cansadas de me ouvirem falando, mas eu continuo falando. Eu acho o máximo o empreendedorismo materno, acho demais todo esse movimento que acontece após o nascimento dos filhos e que leva muitas mães a se descobrirem grandes mulheres de negócios. É tanta criatividade, tanta competência, que eu fico maravilhada.

E eu tenho pra mim que uma coisa puxa a outra, quando você está trabalhando por um propósito maior (que em muitos casos é o poder estar mais próximo dos filhos) você trabalha com mais vontade, com mais paixão e a consequência disso é a excelência, é um ótimo trabalho.

Influenciada por todo esse meu fascínio pelo empreendedorismo materno eu criei a Vitrine Mommys , uma plataforma totalmente voltada para as mães empreendedoras. A Vitrine, hoje, dá visibilidade para as mães, lá elas podem divulgar seus produtos, serviços, contatos, por um valor de assinatura muito acessível.

Mas a ideia da Vitrine vai além, a ideia é apoiar, capacitar e dar suporte para as mães empreendedoras. Enquanto isso não acontece dentro da própria plataforma, vamos fazendo de acordo com os recursos e canais que temos disponíveis.

E é por isso que a Vitrine Mommys está promovendo uma série muito legal no Mommys TV.

A Vivi Zagnoli é uma profissional muito competente, com muita experiência na área de comunicação. Mas eu sei, por experiência própria, como às vezes é difícil para nós, pequenas empreendedoras, fazer um investimento, mesmo em algo que a gente quer e acredita muito.

E foi pensando nisso que eu pedi pra Vivi dar essa canja pra gente. Dividir a experiência prática dela, em vídeos com assuntos que sempre nos rondam e nessa era digital são primordiais.

Fiquem ligadas porque o conteúdo está muito maravilhoso. Tenho certeza que vai ser muito útil para todas!

Aposentadoria é logo ali!

Quero começar este texto com uma pergunta:

Você já se programou para a aposentadoria?

No Brasil, temos muitas pessoas preocupadas com a aposentadoria e poucas pessoas se preparando para ela…

Para se ter uma ideia, em Minas Gerais, temos uma população de mais de 21 milhões de pessoas, 12% deste total é considerado idoso (acima de 60 anos).

Em 2030, em Minas Gerais, a população idosa será de, aproximadamente, 18% da população. Em 2050, aproximadamente, 30% da população, que nos números atuais, seriam mais de 6 milhões de pessoas. E nós estamos nestas estatísticas!

A tendência mostra que, a partir de 2040, a população brasileira poderá diminuir. Como base desta informação, vem a taxa de filhos por mulheres. Em 1940, cada mulher tinha, em média, 6 filhos, 4,35 filhos em 1980, 2,39 filhos em 2000 e 1,74 filhos em 2014.

Tem também a expectativa de vida, onde os brasileiros tinham uma expectativa de vida em 1940 de 45,5 anos e, em 2015, essa expectativa pula para 75,5 anos, em média.

Em um futuro próximo, serão mais pessoas utilizando os recursos da previdência privada, usando mais recursos médicos, precisando cada vez mais de auxílio em mobilidade, etc. E é notória a necessidade de melhorias nestes setores para a população idosa.

Quando pensamos em aposentadoria, pensamos sempre na previdência, que são valores gerados da contribuição dos trabalhadores para o INSS (Instituto Nacional do Serviço Social), órgão regulador da previdência social.

A previdência oferece um retorno muito baixo para os trabalhadores na sua aposentadoria, de tal forma que o estilo de vida cai muito em relação ao período de atividade profissional.

Hoje, o teto da previdência é de R$5.531,31. Para isso, os trabalhadores, formais ou informais, precisam contribuir, mensalmente, o equivalente a 20% deste valor (R$1.106,26) e, pelo menos, 80% das contribuições ao longo da vida deve corresponder a este percentual. Outro exemplo, quem contribui com 20% do salário mínimo, R$374,80, receberá dois salários mínimos R$1.874,00.

Um perigo citado por alguns especialistas é que, com a população mais idosa, teremos um déficit nos cofres públicos (se é que precisa da população envelhecer para este déficit) e outros defendem que o Brasil não terá este problema para a previdência, em função do alto número de trabalhadores que contribuem com o INSS. Dessa forma, o Brasil terá o dinheiro para pagar a previdência de acordo com cada contribuição dos aposentados.

Porém, vivemos de forma cíclica com crises econômicas e políticas (e estamos dando passos lentos para a saída da maior crise econômica e política do país), com perdas de emprego. Com isso, a maioria da população exerce uma atividade econômica com trabalhos informais e sem contribuir com a previdência social, causando um elevado gasto público.

De qualquer forma é importante nos planejarmos para termos outra fonte de renda na aposentadoria. Temos diversas opções de investimentos com rentabilidades interessantes para usufruirmos no futuro.

Quando se pensa em investimento, guardar dinheiro, logo vem a poupança na cabeça. A poupança que é uma das formas mais seguras para se investir.

Porém, a poupança nem sempre proporciona ganhos financeiros. Pode ocorrer, como no auge desta crise, o dinheiro perder valor.

Neste texto, quis mostrar o quão crítico é chegarmos na nossa aposentadoria sem estarmos preparados. A previdência privada, sozinha, não irá nos auxiliar neste período.

Não trabalhamos tanto para chegar na fase idosa e passar dificuldades, para sofrer. Precisamos aproveitar a vida. Termos condições de comprar nossos remédios, de realizar nossas viagens, de podermos ter uma casa para receber nossos netos, de podermos ir naquele melhor restaurante, de podermos nos oferecer um momento de tranquilidade.

No próximo texto irei citar alguns investimentos para quem não gosta de correr riscos.

Fiquem atentos!

Um forte abraço!!!!

TDAH – Todos os detalhes que você queria saber

Por Fernanda Mara Fagundes Leite

Fonoaudióloga e Psicopedagoga.
Tel: 9 91446513

 

DEFINIÇÃO DIAGNÓSTICA

 O Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico que pode aparecer na infância e freqüentemente acompanhará o indivíduo por toda a sua vida. Caracteriza-se por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade.

O TDAH é o trantorno infantil mais comum, levando a um prejuízo social e/ou escolar. Para a realização do diagnóstico diferencial os sintomas devem estar presentes antes dos sete anos de idade e persistir por mais de seis meses. É uma condição crônica e que pode permanecer até a vida adulta. A prevalência mundial fica em torno de 5,29%.

Os achados científicos têm indicado claramente a presença da disfunção em uma área do cérebro conhecida como região orbital frontal. Essa região é situada na região frontal do cérebro e é uma das mais desenvolvidas em seres humanos comparando com outros animais, sendo a responsável pela inibição do comportamento, pela atenção sustentada, pelo autocontrole e pelo planejamento para o futuro.

Dentre os possíveis fatores causadores do TDAH, pode-se citar:

– Hereditariedade: a contribuição genética para o TDAH é elevada.

– Substâncias ingeridas na gravidez: a nicotina e o álcool, quando ingeridos durante a gravidez, podem causar alterações em algumas partes do cérebro do bebê.

– Exposição a chumbo: altos níveis de chumbo em crianças pequenas podem estar associados com maior risco para TDAH.

– Problemas familiares: sejam problemas familiares, tais como discórdia conjugal, família com apenas um dos pais, funcionamento familiar caótico e famílias com nível socioeconômico mais baixo e questões subjetivas da criança. A desatenção e a impulsividade presentes nos sujeitos diagnosticados com TDAH, do ponto de vista Psicológico, podem ser reflexo das inquietações subjetivas vivenciadas por esses. Isto é, os sintomas em questão são tomados enquanto índices de sofrimento psíquico, que demandam tratamento para seu apaziguamento.

O TDAH é classificado pelo DSM-IV (DSM-IV ou Classificação Internacional de Doenças – CID) em três subtipos: predominantemente hiperativo, predominantemente desatento e combinado. O subtipo predominantemente hiperativo apresenta excessiva atividade motora e impulsividade de respostas. O subtipo predominantemente desatento apresenta dificuldade em sustentar atenção, distratibilidade, desorganização e dificuldade na execução de tarefas de persistência. O subtipo combinado exibe comportamentos inadequados em ambas as direções. Segundo os critérios do DSM-IV, é necessário observar a presença de seis ou mais sintomas de desatenção ou hiperatividade/impulsividade, persistindo por pelo menos seis meses, em grau mal-adaptativo e inconsistente com o nível de desenvolvimento da criança.

Crianças que apresentam o TDAH podem possuir comorbidades associadas, dentre os quais pode-se citar:

Transtorno Específico de Leitura (Dislexia do Desenvolvimento): as alterações nos mecanismos de atenção, na linguagem, na nomeação de tempo e espaço, na memória e nas funções executivas podem causar dificuldades na aprendizagem da leitura.

Transtorno da Expressão escrita (Disgrafia): caracteriza-se pelo lento traçado das letras, em geral são ilegíveis, apresentação desordenada do texto, margens mal feitas ou inexistentes, espaço irregular entre palavras, linha e entrelinhas, traçado de má qualidade, distorção de formas e separação inadequada de letras.

Transtorno da Matemática (Discalculia do Desenvolvimento): ela se caracteriza por uma falha na aquisição da capacidade e na habilidade de lidar com conceitos e símbolos matemáticos. Basicamente, a dificuldade está no reconhecimento do número e do raciocínio matemático.

Transtorno do Desenvolvimento de Coordenação (TDC): o mau desempenho na performance motora é uma das freqüentes comorbidades que ocorrem em crianças com TDAH. Tal dificuldade tem grande impacto para as atividades de vida diária.

Transtorno Desafiador de Oposição (TDO): é caracterizado por um padrão global de desobediência, desafio e comportamento hostil. Os pacientes discutem excessivamente com adultos, não aceitam responsabilidade por sua má conduta, incomodam deliberadamente os demais, possuem dificuldade em aceitar regras e perdem facilmente o controle se as coisas não seguem a forma que eles desejam.

Avaliação do TDAH

 O objetivo da avaliação diagnóstica do TDAH é determinar a extensão na qual os problemas de atenção e hiperatividade estão interferindo nas habilidades acadêmicas, afetivas e sociais da criança, e na criação e no desenvolvimento de um plano de intervenção apropriado. O diagnóstico de TDAH é fundamentalmente clínico.

As avaliações complementares são fundamentais para o TDAH. A Avaliação Psicopedagógica e Fonoaudiológica tem um papel importante no diagnóstico de uma criança ou adolescente com TDAH, visto que a avaliação cuidadosa de uma criança com suspeita de TDAH é necessária frente à popularização das informações, nem sempre claras para a população em geral, e, principalmente, no meio pedagógico. O desconhecimento ou pouco conhecimento sobre a patologia gera dificuldades, uma vez que crianças, adolescentes e pessoas adultas podem receber, equivocadamente, o rótulo de TDAH, assim como muitos indivíduos com essa patologia podem passar despercebidos e ficar sem tratamento.

Existem escalas que descrevem os sintomas de atenção, hiperatividade e impulsividade e medem de forma objetiva sua intensidade de acordo com a opinião dos pais e professores, bem como a realização de um exame chamado Potencial Evocado Auditivo (P300). Deve-se salientar que estas são ferramentas que auxiliam o médico a chegar a uma conclusão.

Logo conclui-se que a observação clínica, as avaliações complementares (Fonoaudiológica, Psicopedagógica e Psicológica) e os exames objetivos devem se complementar para um correto fechamento diagnóstico de TDAH.

 Estratégias de intervenção

Os resultados em relação ao tratamento com psicoestimulantes, especialmente o metilfenidato, e a melhora do prognóstico educacional a longo prazo ainda se postam como assunto controverso na literatura! Grande número das pesquisas sobre tratamento medicamentoso realizadas até então mostraram melhora dos sintomas comportamentais e aumento da produtividade acadêmica, mas não a superação dos problemas educacionais.

Com relação a intervenções comportamentais, pesquisas demonstram que essas são eficazes na redução dos sintomas de TDAH e na melhora da interação entre pais e filhos. O TDAH necessita do esforço conjunto, incluindo a própria criança, os pais e uma equipe multidisciplinar (Psicólogo, Professor, Psicopedagogo, Fonoaudiólogo, Médico), como também de uma combinação de alguns tipos de intervenção.

Quatro tipos de tratamento do TDAH têm sido mais empregados: Farmacológico, Terapia Psicológica, Terapia Fonoaudiológica e Psicopedagógica, mas principalmente a combinação das terapias é o mais indicado!

A Intevenção Psicopedagógica e Fonoaudiológica visa criar condições para que o paciente retenha a sua atenção e concentração durante suas atividades, assim como estímulo para organizar-se.

O Acompanhamento Psicológico dos portadores de TDAH se faz necessário, pois possibilita que cada sujeito elabore singularmente as questões subjetivas que estão na base dos sintomas tanto do Deficit de Atenção quanto da inquietude. Assim, tanto por meio da fala, o sujeito circunscreverá algo do seu mal-estar, acarretando numa mudança de posição e no apaziguamento dos comportamentos de desatanção e de agitação.

No ambiente clínico uma possibulidade de intervenção envolve o jogo com regras, brincadeiras de representação (psicodrama), trabalho com materiais tranquilizantes, atividades corporais-cinestésicas, uso de sucatas e tomadas de decisões. As técnicas psicopedagógicas mais utilizadas são os jogos de exercícios sensórios-motores, como a amarelinha, bola de gude ou de bolas, ou de combinações intelectuais, como damas, xadrez, carta, memória, quebra-cabeça, etc. O Psicopedagogo e o Fonoaudiólogo devem trabalhar suas dificuldades (falta de atenção/concentração, impulsividade, hiperatividade) e suas questões emocionais relacinadas à aprendizagem (baixa auto-estima, baixa tolerância à frustração, ansiedade, entre outros), através dos jogos, trabalhos de leitura e escrita, trabalhos manuais e atividades lúdicas, sem deixar abandonar os hábitos associados à atenção, organização da rotina, execução e persistências nas tarefas, podendo isso ser estendido às lições em sala de aula.

O TDAH não é um problema de aprendizado, mas as dificuldades em manter a atenção, a desorganização e a inquietude atrapalham bastante o rendimento dos estudos. É necessário que os professores conheçam técnicas que auxiliem os alunos com TDAH a ter melhor desempenho.

Com relação às intervenções pedagógicas, isoladamente o TDAH não é elegível para a educação especial. Grande parte dos estudantes com TDAH freqüenta escola regular. Na maioria dos casos, é necessário o uso de acomodações/adaptações (descrita em leis que protegem os portadores de TDAH) como assentos preferenciais, instrução modificada, número reduzido de alunos em sala de aula, tempo maior ou modificações ambientais para a realização de testes.

Os professores deveriam ser orientados para a necessidade de uma sala de aula bem estruturada, rotinas diárias consistentes e ambientes escolares previsíveis ajudam essas crianças a manter o controle emocional. Estratégias de ensino ativo, que incorporem a atividade física com o processo de aprendizagem, são fundamentais. As tarefas propostas não devem ser demasiadamente longas e necessitam ser explicadas passo a passo. É importante que o aluno com TDAH receba o máximo possível de atendimento individualizado. Ele deve ser colocado na primeira fila da sala de aula, próximo à professora e longe da janela, ou seja, em local onde ele tenha menor probabilidade de distrair-se. Muitas vezes, crianças com TDAH precisam de reforço de conteúdo em determinadas disciplinas. Isso acontece porque elas já apresentam lacunas no aprendizado no momento do diagnóstico, em função do TDAH. Outras vezes, é necessário um Acompanhamento Escolar extra escola visando auxiliar na fixação e reforço do que a criança aprendeu em sala de aula.

Conclui-se que é necessário que se realize um diagnóstico diferencial criterioso, buscando entender a dinâmica dos sintomas e o funcionamento do paciente, assim como contextualizar sua conduta numa perpectiva do desenvolvimento da criança.

A adequação da criança à sua própria realidade, a ampliação das possibilidades de aprendizagem e conhecimento é um dos objetivos do trabalho multidisciplinar, cabendo-lhes também um trabalho de orientação e reflexão com os pais e professores da criança portadora de TDAH.